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Joelho estalando: o que pode ser?

Joelho estalando: o que pode ser?

Se você percebe que o se joelho está estalando ao realizar certos movimentos, seja essa condição acompanhada ou não de dor e outros sintomas, manda a prudência que consulte um ortopedista e procure investigar as causas.

São muitas as possíveis causas desse incômodo, havendo, em todos os casos, tratamentos específicos, que servirão, ora para controlar ou erradicar os sintomas, ora para adotar medidas preventivas para que o quadro não se agrave.

O joelho é uma das articulações mais importantes e mais sacrificadas do corpo, seja pela absorção de impacto ao pisar, correr ou praticar esportes, ou pela sustentação de carga, seja pela exposição a pancadas e lesões, ou ainda pelo desgaste natural das estruturas que dão proteção aos ossos e segurança aos movimentos.

Para ajudar você a cuidar melhor do seu joelho, trazemos informações sobre um problema que pode acometer várias pessoas: o estalo nessa articulação. Continue a leitura para saber mais!

Causas dos estalos no joelho

A causa mais comum dos estalos no joelho é o atrito entre a patela e o fêmur, que pode ocorrer por diversas razões.

Em atletas e pessoas que trabalham erguendo e movimentando peso, é comum o esforço excessivo e a sobrecarga das articulações, que pode levar a lesões no menisco, à inflamação da membrana que reveste a articulação, caracterizando a sinovite, e ao desgaste da cartilagem.

No caso de atletas que praticam esportes de contato, caso principalmente do futebol e de algumas lutas, as pancadas na região também são recorrentes e responsáveis por lesões.

Outro vilão é o excesso de peso. Nesse caso, o próprio corpo deposita nos joelhos uma carga excessiva. É comum que pessoas nessas condições, além do ranger dos ossos, apresentem dor ao fazer exercícios como subir e descer escada ou mesmo no simples ato de caminhar.

A outra causa comum, principalmente em pessoas com idade mais avançada, é a artrose, um processo inflamatório decorrente do desgaste natural das articulações. Com esse desgaste, ocorre uma aproximação entre os ossos e, consequentemente, o atrito entre eles, causando dor e inchaço. A artrose pode surgir, em alguns casos, devido a pancadas ou traumatismo.

Pode ser, também, consequência de desajustes posturais, que geram desalinhamento do corpo, quase sempre imperceptíveis a olho nu. Os desajustes posturais tendem a sacrificar todo o sistema estrutural, afetando também os tornozelos, quadris e a coluna vertebral. Precisam ser corrigidos por meio de tratamentos voltados para a reeducação postural global.

Outra causa encontrada é a condromalacia patelar, um distúrbio caracterizado pelo amolecimento da cartilagem patelar.

Tratamento e prevenção

Em muitos casos, a crepitação nos joelhos, quando não causa dor, não requer tratamento específico, embora seja recomendado que o indivíduo adote algumas novas condutas quanto ao estilo de vida.

Entre essas condutas, deve-se investir em uma rotina de atividades físicas, geralmente moderadas, que contribuam para o fortalecimento da musculatura da região, pois os músculos fortalecidos protegem os ossos e as articulações. Esses exercícios devem ser orientados.

A alimentação é um componente importante, tanto na aquisição de nutrientes pelo organismo, como no combate à obesidade. Essas são medidas preventivas contra o surgimento ou agravamento dos diversos quadros abordados neste artigo.

Quando o paciente apresenta dores na região, há uma série de tratamentos para aliviar os sintomas e corrigir problemas mecânicos e estruturais. Assim, são indicados medicamentos anti-inflamatórios, para tratamento específico das lesões e recuperação das cartilagens.

A fisioterapia, os programas de reeducação postural, exercícios como pilates e natação, o uso de infiltrações e até, em alguns casos, a intervenção cirúrgica são medidas terapêuticas para o tratamento dos problemas do joelho.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em Belo Horizonte!

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Dor lombar: sintomas, causas e tratamentos

Dor lombar: sintomas, causas e tratamentos

Costuma-se pensar que toda dor na coluna é igual. E que lombar é a mesma coisa que cervical. Existem diferenças, sabia? Cada incômodo se manifesta em uma região. No caso da lombalgia (entre a última costela e as nádegas), os sintomas, quando não tratados corretamente, podem permanecer por toda a vida, impactando diretamente na qualidade de vida.

Entre os principais fatores estão: má postura (ao deitar, sentar, falar ao telefone ou qualquer outra atividade cotidiana), inflamações/infecções, hérnias de disco, artrose, sedentarismo, obesidade, genética, além de envelhecimento e, claro, questões emocionais (estresse, humor deprimido e preocupações influenciam demais).

Quase todo mundo (90% da população) terá pelo menos uma crise de lombalgia na vida, de dor aguda (dura de quatro a seis semanas) ou crônica (pode durar para sempre). Geralmente, o paciente chega ao consultório relatando limitações nos primeiros movimentos do dia, a famosa “coluna travada”. É importante procurar ajuda médica quando surgem os primeiros sinais, para avaliar a gravidade e eliminar as complicações.

Alguns pensam que o problema é causado porque um osso está fora do lugar, que ficar de repouso o dia todo ajuda, e que exercícios físicos pioram a situação. Há aqueles, ainda, que evitam se movimentar e se movem cuidadosamente, o que causa sensação momentânea de alívio, mas não resolve o problema. Já pensou sobre isso?

Evite sobrecarga na coluna lombar!

Cuidados nunca são demais! Atente-se à sua posição na hora de dormir (evite ficar de bruços), ao tipo de colchão (os semiortopédicos, nem muito mole, nem muito duro, são ideais), ao uso de salto alto e ao peso das mochilas (sempre utilize as duas alças). No trabalho, se possível, utilize cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços – a tela do computador deve ficar à altura dos olhos.

Nas gestantes, dores lombares são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério. Neste caso, é importante manter-se dentro do peso e praticar atividades físicas supervisionadas.

Além de considerar todos esses detalhes, procure manter uma alimentação equilibrada e saudável, mande para longe o hábito de fumar e durma bem, pois o sono influencia na existência de dor lombar.

Tratamento

Entre as técnicas terapêuticas mais conhecidas para tratar as disfunções lombares estão a RPG (ação mais global) e a osteopatia (atuação mais localizada). Visam reestabelecer o equilíbrio corporal, quando o paciente aprende, por exemplo, a contrair, de forma voluntária e eficaz, sem sobrecarga, os músculos da região. Pilates e Gyrotonic também são abordagens importantes. Raramente, a opção cirúrgica é a melhor saída. É um procedimento que não garante por si a melhora total das dores, sendo apenas uma parte de um tratamento completo.

Diagnóstico e exames

Converse com o médico sobre seu histórico de dores na coluna. Exames físicos para avaliar a postura, amplitude de movimento, espasmo muscular, dor e força muscular podem ser solicitados, contribuindo para o diagnóstico.

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Entorse no tornozelo: o que é e como tratar

Entorse no tornozelo: o que é e como tratar

Você sabia que, no Brasil, todos os dias, cerca de 25.000 pessoas torcem o tornozelo? Engana-se quem pensa que é algo restrito a atletas. Para perder o equilíbrio, basta pisar em um buraco, andar em uma superfície irregular, quebrar o salto. Na maioria dos casos, as lesões são consideradas leves, ainda assim, merecem cuidados específicos. Vamos conversar sobre este assunto?

Lesão grau 1

Nesta situação, apenas micro lesões afetam os ligamentos do tornozelo. É preciso tratar adequadamente para evitar dor crônica e instabilidade. Recomenda-se, portanto, limitar a carga de peso sobre o pé atingido, usar tornozeleiras para controlar o inchaço e ajudar na cicatrização dos ligamentos, aplicar gelo (coloque um pedaço de pano fino sobre a pele para evitar queimaduras) e deixar a perna elevada. A recuperação demora, em média, entre 2 e 4 semanas.

Lesão grau 2

Neste tipo de trauma, pode ocorrer também ruptura do tecido fibroso, sendo necessária a imobilização do membro. O processo de reabilitação (de 6 a 8 semanas) visa restaurar a flexibilidade, amplitude e força do tornolezo prejudicado.

Lesão grau 3

Mais séria, pode requerer cirurgia (nas ocorrências de ruptura completa ou fratura de avulsão) para reparar os danos, especialmente em atletas, de modo que eles voltem à prática de atividade esportiva com segurança. Trata-se de uma entorse que pode prejudicar mais de um ligamento. O tempo de normalização depende de vários fatores, podendo alcançar 6 meses.

Tipos de entorse

Normalmente, o tornozelo é rolado para dentro (inversão), e a dor se manifesta do lado externo. Pode acontecer também de a pisadura ser para fora (eversão), com incômodos internos. Neste caso, existe chances de o quadro ser mais grave. E pode piorar ainda mais… É que as lesões dos ligamentos e da cápsula articular podem vir acompanhadas de fratura dos maléolos da tíbia ou da fíbula.

Situações de risco

Você está propenso a virar o pé inadequadamente quando está com os dedos dos pés no chão e o calcanhar para cima (flexão plantar). Aterrissar em uma superfície irregular, por exemplo, coloca os ligamentos em situação vulnerável, expondo-os a lesões, estiramentos ou rompimento. Salto muito alto também é perigoso. Aos esportistas, é essencial aquecer-se antes de correr, nadar, caminhar, pular. Previna-se! Exercícios de fortalecimento do pé e tornozelo (muito fáceis e acessíveis) são recomendados.

Diagnóstico

Os exames de imagem detectam o problema e sua gravidade. Não deixe de procurar o médico ortopedista, principalmente se você não suportar o peso de seu corpo após a lesão. O profissional avaliará o inchaço, as deformidades causadas, as possíveis complicações, classificando-os em grau 1, 2 ou 3. Os tratamentos contemplam, quase sempre, exercícios de fisioterapia.

Não subestime!

Ah, mas é só um torção, nada demais, sara sozinho!”. Olhando externamente, tudo ok! Mas a lesão pode não ter sido cicatrizada corretamente, sabia? Em longo prazo, sequelas podem dar as caras, como prejuízo nos movimentos.

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Bursite tem cura?

Você provavelmente já ouviu alguém dizer que sofre de inflamação da bursa. É um problema muito comum que se manifesta, principalmente, em articulações que realizam movimentos repetitivos – ombros, cotovelos, quadril, joelhos, calcanhares e dedão do pé, por exemplo.

Acontece devido a anormalidades da bolsa sinovial, estrutura cheia de líquido (espécie de lubrificante articular) localizada entre tendão e pele, ou entre tendão e osso, com função de amortecimento, além de auxiliar no deslizamento dos tecidos e sua nutrição. Nós temos, mais ou menos, 160 bursas espalhadas pelo corpo.

A quais sintomas devo me atentar?

Podem acontecer: dor nas articulações e sensibilidade ao pressionar a região ao redor, rigidez ao mover-se, inchaço, calor e/ou vermelhidão. Sem contar a febre, que quase sempre aponta para uma infecção.

E os fatores de risco?

Trata-se de uma doença mais comum conforme envelhecemos. Ocupações e hobbies que requerem ações repetitivas ou que exerçam pressão sobre articulações específicas aumentam o risco de aparecimento da patologia – carpintaria, jardinagem ou até mesmo tocar instrumento musical. Outras condições médicas (artrite reumatoide, gota e diabetes, por exemplo) também favorecem.

Estudos recentes indicam que 25% dos tenistas com menos de 20 anos de idade sofrem com dores no ombro. E tem quem pense que bursite é coisa de gente idosa. Que nada! Até adolescentes compõem o time de propensos a desenvolver a doença.

Sabia que alimentos como abacate, repolho roxo, inhame e mamão são bons aliados no combate à bursite? É que eles exercem função anti-inflamatória. Atividade física também é indicada! Dormir bem e de forma ergonômica faz toda a diferença na saúde do sistema musculoesquelético.

Socorro, doutor!

Negligenciar os sinais que indicam que algo está errado pode complicar muito sua saúde. No consultório, não se esqueça de dizer quando os sintomas começaram e a frequência de dores, descreva suas atividades diárias, aponte as articulações mais afetadas e mencione os medicamentos que você tenha tomado nos últimos dias.

O ortopedista, que é o especialista neste assunto, diagnosticará a bursite através de testes físicos e análise do histórico familiar do paciente. Também poderá solicitar exames de imagem: ultrassom e ressonância magnética. Mas o raio-X? Ele ajuda a eliminar outras possíveis causas, mas não detecta o transtorno.

Afinal, bursite tem cura?

Tem sim e os primeiros passos são importantíssimos: repouso, aplicação de gelo (três vezes ao dia durante 20 minutos) e uso de analgésico. Em muitos casos, só isso já resolve. Todavia, novas orientações podem ser necessárias. São elas: prescrição de anti-inflamatorios , fisioterapia ou exercícios físicos para fortalecer os músculos e evitar reincidência, infiltrações na região afetada, além de punção para esvaziamento do conteúdo líquido inflamatório ou traumático.

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Escoliose – Sintomas, causas e tratamento

Escoliose – Sintomas, causas e tratamento

A escoliose consiste em uma deformidade em formato “curvo” que afeta a coluna vertebral. A condição pode ou não estar atrelada à rotação das vértebras. Para conhecer as causas dessa doença, seus sintomas e evoluções, antes é preciso classificar seus tipos. Vamos lá?

Tipos de escoliose e suas causas

A escoliose se manifesta, especialmente, de três formas:

Congênita

Esse tipo acompanha o indivíduo desde nascença. Basicamente, ela é uma deformação que ocorre por duas razões: problema na fusão dos ossos vertebrais ou quando há um distúrbio na própria formação das vértebras, ou seja, ossos da coluna. A condição pode ou não ter associação com a fusão das costelas, no desenvolvimento do recém-nascido ou feto.

Idiopática

Essa deformidade não possui uma causa específica conhecida pela comunidade médica.

Neuromuscular

É originada por distúrbios neurológicos, tais como paralisias musculares ou cerebrais que levam à fraqueza dos músculos e/ou pouco controle sob os mesmos.

Existem, ainda, alguns fatores que aumentam os riscos de encurvamento dos ossos vertebrais. São eles:

  • Sexo: as mulheres possuem maior chance de desenvolvimento de problemas na coluna, apesar de ambos os gêneros serem afetados;
  • Idade: os problemas de escoliose geralmente se manifestam antes da puberdade, entre os 9 e 15 anos de idade;
  • Histórico na família: a escoliose costuma ser uma herança expressiva em famílias em que os membros a possuem.

Quais são os sintomas da escoliose?

Os sinais que podem indicar a escoliose são:

  • Quadris ou ombros que parecem ter tamanhos diferentes (um mais alto, outro mais baixo);
  • Sensação de que a pélvis está inclinada;
  • Coluna geralmente curvada para um lado ou outro (anormalmente);
  • Desconforto na coluna vertebral.

É comum que, em crianças e jovens, a deformidade não cause nenhum tipo de dor. Sendo assim, no caso de escoliose associada à dor, é necessário investigar a possível presença de condições mais sérias.

Há tratamento? Como é feito?

O tratamento, basicamente, vai depender da causa associada, localização e tamanho da curvatura. Além disso, também é necessário levar em consideração se são pacientes crianças ou jovens e o quanto eles ainda crescerão.

A utilização de órteses é, na maioria dos casos, o mais recomendado para retardar a contínuo desenvolvimento da curvatura anormal. Existem diferentes tipos de coletes e, no geral, eles não revertem a curvatura vertebral – mas, alinham a coluna dentro do aparelho, de modo a evitar que a curvatura errônea progrida. O colete não funciona em escolioses neuromusculares ou congênitas.

Outro método de tratamento é a intervenção cirúrgica de reparação. Na maioria dos casos, o médico cirurgião aguarda o crescimento total da criança antes de submetê-lo à cirurgia. Porém, em casos de deformidades graves ou que estejam evoluindo muito rapidamente, é possível que a cirurgia tenha que acontecer antes do crescimento total.

O procedimento “encaixa” os ossos vertebrais, fixando-os com hastes metálicas. Agora você já conhece os diferentes tipos de escoliose, assim como suas causas, sintomas e tratamentos.

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Lombalgia – Conheça as principais causas da dor lombar

Lombalgia – Conheça as principais causas da dor lombar

A lombalgia caracteriza-se por uma dor na região lombar – um pouco abaixo da cintura, na região da coluna vertebral. As dores podem variar de leves a agudas, através de pontadas ou sensação de queimação na área.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), acredita-se que a grande maioria dos adultos já sofreu, sofre, ou sofrerá com essa dor, muito provavelmente por conta da rotina diária, má postura e/ou outras causas que veremos mais abaixo.

A lombalgia acomete, na maioria das vezes, pessoas a partir dos 35 anos, porém não é uma regra. Pessoas mais jovens também podem sofrer com fortes dores na lombar.

Há dois tipos de lombalgia: a crônica e a aguda. A dor aguda é uma dor causada, na maioria das vezes, por um “mau-jeito” ou excesso de atividade física que exige muito da lombar e coluna – geralmente são exercícios de musculação. A dor pode variar de fraca a forte, porém, some em poucos dias.

Já a lombalgia crônica é uma dor constante, que vai e volta durante muitos dias. As razões e causas são as mais diversas possíveis e é o que vamos ver agora.

Causas da lombalgia

Postura incorreta

A má postura é uma das principais causas de lombalgia, porque, normalmente, a pessoa passa muito tempo em uma postura incorreta, causando dor. É normal também acordar com dores nas costas por causa da má postura, pois, normalmente dorme-se muito mal.

O certo é se reeducar e sempre se certificar de que está andando e sentando na postura correta. Ao dormir, vale verificar que está deitado na posição certa (com pernas flexionadas de lado, com a coluna reta) e com a altura do travesseiro adequada (na altura dos ombros). Deste modo, a lombar fica relaxada, favorecendo boas horas de sono.

Obesidade

A obesidade também é uma das causas, já que o peso sobrecarrega toda a musculatura, ossos, ligamentos e tendões.

Estresse

O estresse causa diversos malefícios à saúde, podendo também ser causa de dores, pois, diante de disfunções cerebrais, o corpo acaba sofrendo e emitindo sinais de que algo está errado.

Fraturas e lesões

Esforços repetitivos, traumas e fraturas. Tudo isso também pode prejudicar a lombar, fazendo com que as dores sejam intensas. O ideal é se certificar que não está prejudicando-a, evitando fazer atividade com carga maior do que seu corpo está acostumado.

É preciso evitar ficar sentado por longas horas sem descanso ou distração, cansando a coluna, favorecendo a má postura. De 30 em 30 minutos pare, alongue-se, caminhe um pouco e, só depois, volte à atividade. Repita isso ao longo do dia.

Artrose

A artrose pode ser uma causa, já que é caracterizada pelo desgaste na cartilagem. Ela pode aparecer em qualquer lugar do corpo, sendo mais comum nas juntas, como o joelho.

Inflamações ou infecções

Inflamações por esforço excessivo são muito comuns, ainda mais em pessoas que fazem musculação ou algum esporte que se exige muito da coluna e, consequentemente, da lombar.

A qualquer sinal de dor lombar, consulte um médico. O tratamento no início do problema possibilita o fim das dores de forma mais rápida e fácil.

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Dor cervical: sintomas, causas e tratamentos

Dor cervical: sintomas, causas e tratamentos

Você vai levantar e ouve a coluna fazer “creeeeeeck”! O problema tem nome e sobrenome: dor cervical. Os incômodos nas costas acometem 27 milhões de brasileiros, sendo uma das principais causas de invalidez pela Previdência Social. Engana-se quem pensa o problema é comum só entre idosos. Sabia que até mesmo crianças, ao carregarem muito peso na mochila escolar, estão sujeitas ao incômodo? Vamos conversar mais sobre este assunto!

Vida corrida, muito trabalho e um pé no sedentarismo

Nosso estilo de vida mudou muito. A correria, às vezes, mal permite almoçar direito, prestar atenção às alterações do organismo e exercitar o esqueleto. Além de um caminhão de problemas que eu e você sabemos de cor, esse comportamento aumenta o risco de lesões degenerativas na coluna. É quando os convidados indesejados entram em cena.

Os principais sintomas são

  • Espasmos musculares na região
  • Dor que começa na nuca e se irradia para a região supraescapular, interescapular e couro cabeludo
  • Sensação de peso nos ombros e parte alta das costas
  • Formigamento
  • Cefaleia
  • Crepitação (como se tivesse areia entre as vértebras) 
  • Fraqueza que dificulta até segurar um copo com água

Mas além da rotina cheia, o que mais causa dor cervical?

Desordem mecânica, má postura (quando estamos sentados diante de um computador ou de um livro e colocamos nossa cabeça à frente, sobrecarregam-se os músculos, os ligamentos, as articulações e os discos na região posterior da cervical) ergonomia inadequada e sobrecarga nos membros superiores são alguns fatores de risco.

Acidentes, movimentos repetitivos, estresse e tensões emocionais também minam a saúde da coluna. Não nos esqueçamos do salto alto, que de charmoso e bonito pode virar um pesadelo.

Quais os tratamentos disponíveis?

A avaliação realizada pelo ortopedista determinará a sequência do tratamento que contemplará, entre outras técnicas, fisioterapia (indicada em casos agudos e crônicos) e exercícios para estabilização cervical e escapular.

Em algumas situações, é aconselhado o uso de colar específico, que restringe o movimento do pescoço – deixa o esqueleto em posição neutra, diminuindo a mobilidade, tensão e sobrecarga nas articulações, evitando, assim, a intensificação dos sintomas.

Evite a automedicação. Não é raro encontrar pessoas que tomam remédios de venda livre (aqueles que não necessitam de prescrição médica). Na fase inicial, pode até aliviar a dor, o problema é que muitos fármacos podem mascarar problemas mais sérios. É claro que, quando sentir necessidade, o ortopedista elegerá analgésico e/ou anti-inflamatório para ajudar no quadro. Nunca dispense a avaliação do profissional.

Quase sempre a cirurgia é dispensada, pois os procedimentos clínicos, sem manipulações agressivas, conseguem resolver a situação. Ela entra em jogo quando há, por exemplo, tumores, fraturas instáveis e déficit neurológico progressivo.

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Lesão de menisco: como acontece e qual o tratamento

Lesão de menisco: como acontece e qual o tratamento

Antes de entender como ocorre e quais são os sintomas e tratamentos para a lesão no menisco, é importante compreender o que é e qual a função dessa região do corpo. Localizados na parte central do nosso joelho, os meniscos são estruturas de fibrocartilagem que agem diretamente como pequenos amortecedores dos impactos que sofremos ao caminhar, correr ou realizar qualquer tipo de atividade no dia a dia.

Mas, além de trabalhar como amortecedor, o menisco atua como um distribuidor de carga dentro das nossas articulações, estabilizando essa região e fazendo a lubrificação dela. Além disso, facilita o encaixe entre a tíbia e o fêmur, normalizando a articulação da região do joelho.

Os seres humanos possuem 2 joelhos, e cada 1 deles possui 2 meniscos. Um, fica no lado interno do joelho, e o outro, no lado externo. São chamados de medial e lateral respectivamente. O menisco medial está presente de maneira mais fixa na tíbia e possui pouca mobilidade, correndo mais riscos de lesões. Já o menisco lateral possui uma mobilidade maior na região.

A vascularização sanguínea presente nos meniscos é pequena e acaba atingindo somente a área periférica deles. Essa situação faz com que as lesões causadas nessa região mais vascularizada tenham um potencial elevado de cicatrização. Isso significa que a identificação da localidade exata do problema no menisco determinará diretamente na escolha do tratamento.

Lesão no menisco

Ela acontece em pessoas dos sexos feminino e masculino com a mesma frequência, estando associada principalmente ao desgaste das articulações presentes no joelho. Esse desgaste geralmente acontece depois de uma lesão meniscal, situação gerada pelas movimentações que fazem uma sobrecarga no joelho durante as atividades do cotidiano.

É muito comum que a lesão no menisco aconteça em pessoas ativas e que praticam exercícios físicos de maneira regular, pois estão mais suscetíveis a problemas causados pela movimentação rotacional brusca do joelho, os chamados entorses.

Em pacientes com mais de 40 anos, é possível que esse tipo de lesão aconteça por conta de problemas degenerativos, causados principalmente pelo desgaste progressivo na região que está diretamente associada com o envelhecimento natural do corpo.

O principal sintoma apresentado por essa lesão é a dor no joelho. Em alguns casos, também ocorre o derrame articular, situação causada pelo excesso de líquido sinovial produzido pelo corpo. De início, as dores são localizadas, porém, com o agravamento do quadro, é possível que afete outras regiões do corpo do paciente, causando muito desconforto e inchaço.

Em casos mais simples de lesão no menisco, o tratamento é feito por meio da ingestão de remédios anti-inflamatórios e analgésicos associados ao repouso do paciente por um período de tempo, evitando a realização de atividades físicas de muito impacto, além da realização de fisioterapia. Em casos mais graves, recomenda-se a realização de um procedimento cirúrgico para correção do problema.

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5 Causas para Dor no Ombro

5 Causas para Dor no Ombro

O ombro é considerado a articulação com mais mobilidade do corpo humano, com seus quatro tendões, ossos, músculos e ligamentos que possibilitam os movimentos, mas que quando usados em excesso podem gerar a dor no ombro.

Muitas vezes essa dor é causada por uma inflamação temporária que pode ser resolvida com compressas de gelo ou massagens, no entanto, se a dor se tornar intensa e constante, um médico ortopedista deve ser consultado.

Se ficou interessado em saber quais os tipos e sintomas dos principais motivos de dor no ombro, continue lendo esse artigo.

Principais causas de dor no ombro

  1. BURSITE

A bursite acontece quando ocorre uma inflamação na bursa, que é a estrutura que protege os tendões e os músculos durante o movimento.

Geralmente quem é acometido de bursite, sente uma dor na região frontal do ombro, que piora nos movimentos em que é preciso levantar o braço.

Pode sentir também fraqueza muscular e sensação de formigamento que irradia para todo o braço.

  1. TENDINITE

É uma inflamação nos tendões dos ombros, em alguns casos ela pode vir acompanhada da bursite.

Na tendinite do bíceps a região afetada é na parte da frente do ombro, principalmente quando fizer movimento acima da linha da cabeça.

Com causas semelhantes as duas estruturas, bursa e tendões, podem ser afetados ao mesmo tempo.

O principal sintoma é dor na região frontal do ombro, principalmente quando eleva o braço para frente ou levanta acima da cabeça. Também podem ocorrer formigamentos.

  1. ARTRITE

A artrite é uma inflamação das articulações que podem ser geradas por diversos fatores de origem ocupacional, genético, ambiental ou orgânico.

Outras causas podem ser lesões, traumas físicos, distúrbios autoimunes e infecções por fungos, bactérias ou vírus.

Muito comum em idosos a artrite pode afetar adultos jovens que usam com frequência a articulação do ombro, causando um desgaste excessivo.

Os sintomas mais frequentes são o inchaço da região e a dificuldade de movimentar o braço, que podem ir piorando com o tempo. Articulação deformada, quente, vermelha e inchada também podem indicar a doença.

Existem diversas classificações para as artrites:

  • Osteoartrite: degeneração crônica da cartilagem;
  • Artrite piogênica: gerada por infecção;
  • Artrite reumatoide: autoimune e sistêmica que atua nas articulações periféricas.
  • Artrite gotosa: inflamação gerada por microcristais minerais de urato
  • Artrite psoriática: doença de pele que pode avançar para quadros articulares;
  • Artrite séptica: quando a articulação é invadida por pus causado por agente infeccioso como bactéria, fungos ou vírus;
  • Espondilite anquilosante: inflamação crônica das articulações.
  1. CAPSULITE ADESIVA

Também conhecida como “ombro congelado”, é uma inflamação crônica da região do ombro, dificultando assim o movimento.

Essa doença que gera dor e dificuldade de mexer o braço, é mais comum em mulheres acima dos 40 anos que já imobilizaram o braço por mais de 60 dias.

Fatores genéticos e doenças auto-imunes estão entre as causas relacionadas à capsulite adesiva.

  1. FRATURAS

Elas ocorrem geralmente depois de alguma queda ou acidente e os sintomas podem ser de intensidade variada, dependendo da extensão da fratura.

A dor é o principal sintoma, mas podem ocorrer também inchaço e manchas roxas na pele.

Para diagnosticar qualquer um dos casos acima descritos que geram a dor no ombro, o médico ortopedista pode solicitar exames de ressonância magnética para diagnosticar a amplitude do dano.

Após anamnese com o paciente e resultado do exame o médico vai poder traçar um plano de tratamento e medicamentoso para conduzir a melhora do quadro.

Assim que sentir um dos sintomas acima, você deve procurar o médico ortopedista para iniciar o processo de diagnóstico e tratamento, antes que a doença se agrave.

Quer saber mais sobre dor no ombro? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em Belo Horizonte!

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Como o ortopedista atua no tratamento da osteoporose

Como o ortopedista atua no tratamento da osteoporose

O envelhecimento é um processo natural, contínuo e irreversível. Pega todo mundo de jeito, não tem como escapar! Com a matriz óssea não é diferente: ao longo dos anos, degrada-se e ocasiona a famosa osteoporose. No Brasil, são 10 milhões de pessoas acometidas pela enfermidade.

Conhecida como o “mal silencioso”, é mais comum entre as mulheres após a menopausa, devido às alterações hormonais, e entre a população idosa (três a cada dez pessoas acima de 60 anos são atingidas pelo transtorno).

Você sabia que, no mundo, a cada 3 segundos alguém sofre lesão osteoporótica e a cada 22 segundos ocorre uma ruptura vertebral? Não é à toa que o problema é classificado como epidemia.

Cuidados especiais devem ser tomados desde a primeira infância, passando pela puberdade (quando é formada 80% da massa óssea) até os 30 anos de idade (período de pico), com atenção especial às recomendações do médico ortopedista.

Projeções indicam que até 2020 o número de fraturas de quadril relacionadas à osteoporose deverá alcançar 140 mil pessoas. Atualmente, o índice é de 121. 700. A população na terceira idade também aumentará – em 2050, serão 100 milhões.

Fatores que influenciam o surgimento da patologia

Entre eles, estão: predisposição genética, uso abusivo de remédios à base de corticoides, sedentarismo, dietas pobres em cálcio (a recomendação é ingerir de 800 a 1.200 mg por dia), excesso de álcool e fumo.

É sabido, mas nunca é demais relembrar: no caso do cigarro, as consequências são ainda mais severas, tanto que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma entre oito quebras de quadril pode ser atribuída a ele.

Prevenção

Engloba, entre outras medidas, prática de exercícios de força (caminhada e dança, por exemplo) e resistência (musculação e peso, por, pelo menos, 30 minutos três vezes por semana), nutrição adequada (leite e derivados, sardinha, aveia, verduras de folhas verde-escuras são itens bem-vindos), exposição ao sol (estimula a síntese de vitamina D na pele, essencial para o equilíbrio do cálcio no organismo), uso de sapatos firmes e não escorregadios.

Os ajustes na alimentação e a suplementação não fazem o osso voltar a ser “novo”, mas garantem qualidade de vida, minimizando o impacto na rotina. Drogas orais e injetáveis também podem complementar o tratamento, inibindo a reabsorção e estimulando neoformação óssea.

Como confirmar se tenho osteoporose?

Densitometria óssea. Conhece alguém que já fez esse exame? Ele é solicitado a partir dos 50 anos para as mulheres, e dos 65 anos, no caso dos homens. O teste é feito com um aparelho que se move sobre os ossos e permite analisar o tecido, sendo possível prever risco de fratura e atentar-se a cuidados mais específicos.

O ortopedista também pode solicitá-lo quando o paciente apresenta perda de altura acima de 3 cm, dorso-lombalgia aguda, cifose dorsal aumentada ou contato das costelas com o ilíaco.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em Belo Horizonte!

Posted by Núcleo de Saúde Integrativa in Todos